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quarta-feira, 11 de abril de 2018

RESENHA #09: Eleanor Oliphant Está Muito Bem (Gail Honeyman)



Livro de estreia da escocesa Gail Honeyman, Eleanor Oliphant está muito bem foi revelado através de um concurso literário e, desde então, vem conquistando excelentes críticas e uma bela carreira internacional. Aos 30 anos, Eleanor Oliphant trabalha na área administrativa de uma empresa de design e leva uma vida solitária, mas feliz. Apesar de ser alvo de bullying no ambiente de trabalho por sua aparência e hábitos peculiares, ela não sente falta de nada e parece perfeitamente à vontade com sua falta de habilidades sociais. Mas tudo muda quando ela conhece Raymond, novo funcionário da área de TI da empresa, e os dois, por acaso, salvam a vida de um senhor que desmaia no meio da rua. Com sensibilidade e muito bom humor, a autora conta a história de uma amizade que muda para sempre a vida de três pessoas muito diferentes, que descobrem que a melhor maneira de sobreviver é abrindo o coração.

Romance | 352 Páginas | Fábrica 231 | Skoob | Compre & Compare: SaraivaAmazon

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Boa tarde, seus lindos!
Hoje eu queria falar um pouquinho com vocês sobre o livro "Eleanor Oliphant Está Muito Bem", livro de estréia da autora Gail Honeyman e lançado aqui no Brasil pela editora Rocco, pelo selo "Fábrica 231". Então, vamos começar essa resenha!

A HISTÓRIA


Aqui vamos conhecer a Eleanor, uma mulher com seus 30 anos, que trabalha e é super responsável, porém, vive uma vida metódica e solitária. Sei jeito é autêntico, mas sua falta de tato ao falar com outras pessoas e dizer o que pensa sem pestanejar acaba por afasta-lá da convivência em sociedade e para Eleanor está tudo bem, já que ela gosta da vida que leva e não se sente mal por estar sozinha.
Ela segue com sua vida rotineira até que conhece Raymond, um novo funcionário de TI da empresa em que trabalha a anos. Depois de juntos salvarem a vida de Samy, um idoso que acaba desmaiando no meio da rua, os três acabam desenvolvendo uma amizade que é capaz de salvar cada um deles do isolamento.
Raymond também é responsável por ajudar Eleanor a revisitar alguns traumas de seu passado que a cercam até os dias de hoje, fazendo com que a garota se salve de si mesma e a ajudando a encontrar um caminho para curar suas dores reprimidas.
Há cicatrizes em meu coração, tão grossas e desfigurantes quanto as de meu rosto. Sei que estão ali. Espero que reste algum tecido ileso, uma área através da qual o amor possa entrar e fluir para fora. Espero.
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MINHAS IMPRESSÕES


Eu gostei muito de ler a obra e por ser o livro de estréia da autora fiquei muito surpresa com o que encontrei. A narrativa é super fluída e fácil de ser lida, apesar do livro tratar de assuntos muito delicados e pesados, a autora soube usar o humor que a personagem tem a seu favor, fazendo com que a leitura não se tornasse pesada e cansativa para os leitores! Acredito que é um livro necessário e bonito, muito bem escrito e com personagens cativantes, ao final nos dá um gostinho de "quero mais".
Na reta final do livro, achei que a autora poderia ter abordado alguns assuntos com mais calma, pois me deu a impressão de que ela estava correndo para finalizar a obra. Porém, a trama é envolvente e não nos decepciona, é um livro super recomendado!
Hoje em dia, a solidão é o novo câncer - uma coisa vergonhosa e embaraçosa, que se abate sobre você de um jeito obscuro. Uma coisa temível e incurável, tão horrenda que você não ouça mencionar; as outras pessoas não querem ouvir a palavra dita em voz alta por medo de também serem atingidas, ou que ela possa tentar o destino a impor um horror parecido sobre elas.
Beijos da Cah  

Classificação:
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ELEANOR OLIPHANT ESTÁ MUITO BEM





quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

RESENHA #02: Os Crimes da Rua Morgue e Outras Histórias Extraordinárias (Edgar Allan Poe)


Com “Os crimes da rua Morgue”, Edgar Allan Poe inaugurou, em 1841, a moderna literatura policial e criou um de seus mais célebres detetives, o até hoje reverenciado Auguste Dupin. O conto, que narra a memorável investigação do assassinato de duas mulheres em um quarto fechado, é o carro-chefe desta reunião de histórias de terror e mistério traduzida por ninguém menos que Clarice Lispector. Grande leitora e fã da literatura policial, a escritora, que também verteu para o português os livros de Agatha Christie sob o pseudônimo de Mary Westmacott, empresta seu talento invulgar ao gênio de Poe, trazendo para o leitor brasileiro histórias como “A máscara da morte rubra”, “O gato preto”, “Ligeia” e outras. Lançamento do selo Fantástica Rocco, esta edição de Os crimes da rua Morgue e outras histórias extraordinárias recupera este encontro, literalmente, fantástico.

Ficção | 224 Páginas | Editora RoccoSkoob | Compare & Compre: SaraivaAmazon



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Boa tarde pessoal, tudo belezinha com vocês?
Olha só quem apareceu com resenha nova aqui pro blog? Euzinha mesma, Carol melo (HUEH). Brincadeiras a parte, essa resenha devia ter saído a um tempão já mas eu estava enrolando para liberar ela pra vocês (podem me julgar nos comentários, eu mereço). Se tem um autor que eu sempre tive medo de ler era "Edgar Allan Poe" por inúmeros motivos, mas quando a editora Rocco divulgou o lançamentos do livro "Os Crimes da Rua Morgue", eu não pensei duas vezes e solicitei e cá estou eu trazendo a resenha deste livro pro cês! Ok, vou parar de enrolar e bora começar essa resenha!


O livro é uma coletânea de pequenos contos do grande escritor de horror de todos os tempos, contando com 18 contos uns mais medonhos que outros. O livro foi traduzido e adaptado por ninguém menos que "Clarice Lispector", então se segura para não tombar enquanto lê, ok?
A escrita do Edgar foi algo bem diferente para mim, como nunca tinha lido nada do autor tive um certo receio no começo do livro por medo de não conseguir me adaptar ao jeito que ele descreve tudo que acontece no decorrer do livro, porém, superei e segui em frente. Confesso que achei a escrita dele um tanto quanto rebuscada, mas nada que chegou a me irritar de tal forma a me fazer querer parar de ler, até porque os contos são muito bons e medonhos, mas ótimos.
Poe escreve os contos como se estivesse compartilhando com os leitores histórias que realmente aconteceram com ele, o que nos faz pensar, será que realmente não aconteceram? (~fica no ar~). Alguns contos realmente me deixaram com medo, mas no geral, não é um livro escrito com a intenção de assustar os leitores.
É um ótimo livro para quem quer começar a se aventurar nos livros do autor ou quem quer ler alguns contos com uma pitada de susto, recomendado.
Beijos da Cah

Classificação:
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OS CRIMES DA RUA MORGUE E OUTRAS HISTÓRIAS EXTRAORDINÁRIAS








sexta-feira, 29 de setembro de 2017

RESENHA: A Guerra do Rock (Robert Muchamore) | por Carol Sant

E aí galera, beleza? Aqui é o Vitor e hoje quem vai fazer resenha aqui sou eu. Então vamos começar, que o livro é bem bom!
Guerra do Rock é um livro escrito por Robert Muchamore, um autor que aparece com frequência no topo de best-sellers. O livro foi publicado aqui no Brasil pela editora Rocco no seu selo "Jovens Leitores".
A edição possui um acabamento gráfico muito bom e conta com uma capa bem rock n' roll que me lembra panfletos sobre eventos de bandas underground. 
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A HISTÓRIA


Guerra do Rock conta a história das doze melhores bandas jovens da Grã-Bretanha que serão selecionadas para participar de uma competição onde a grande vencedora terá seu álbum produzido por uma gravadora. 
O livro possui muitos personagens e todos eles são muito bem desenvolvidos e ganham profundidade na história. Mas Robert Muchamore foca em três personagens de três bandas diferentes. Mostrando suas vidas com todos os seus problemas, até se cruzarem no grande dia da competição em Londres. 
Jay é um garoto de 13 anos que toca guitarra, escreve canções e sonha em ser um grande músico, mais especificamente, um grande rockstar. Mas seus sonhos de adolescentes parece ser despedaçados por sete irmãos e pelo baterista da sua banda. Ele é um dos melhores amigos de Jay, porém, é um terrível baterista também.
Summer é uma garota humilde que se esforça ao máximo na escola, cuida da sua avó que possui um grave problema de respiração e  tem uma voz incrível sem nunca ter feito uma aula de canto. É como um dom. Mas todo seu talento pode simplesmente sumir devido ao seu nervosismo na frente das pessoas. 
Dylan é filho de um grande músico e odeia ter que viver na sombra do pai. Por isso, ele nunca toca no assunto com ninguém. Ele é preguiçoso e prefere passar o dia inteiro fumando. Até que sua folga acaba quando o treinador de rúgbi do colégio tem outros planos pra ele, e o garoto é obrigado a se juntar numa banda para evitar ser devorado vivo no campo.
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MINHAS IMPRESSÕES SOBRE O LIVRO


Guerra do Rock é muito mais do que um livro sobre bandas. É uma história sobre sonhos. Sobre quando você está crescendo e lidando com os problemas que o mundo traz. Quando você está naquela fase de transição da infância para a adolescência, onde você começa a ver o mundo com outros olhos, mas também não deixa que seus sonhos de criança morram com o tempo que está ficando para trás. No caso, Guerra do Rock conta sobre sonhos de futuros astros do rock. Até porque se os Beatles existiram, é porque os quatro garotos de Liverpool também sonharam um dia.
Guerra do Rock além de ser bem humano, consegue ser divertido com todas as confusões que os adolescentes cometem durante a semana e suas rotinas tediosas. E claro, é um prato cheio de referências ao exótico e tenebroso mundo do Rock N' Roll. 
Recomendo você ler Guerra do Rock sem grandes expectativas. Não é um livro que mudará sua vida. Mas garanto que vai se divertir bastante. E as vezes, só queremos ler e nos divertir, certo? Pra fugir do mundo que as vezes fica chato lá fora. Abre a mente e mergulha nesse som literário.
Ah! E vale ressaltar que a história não acaba no primeiro livro. Ele deixa ganchos para a continuação. Então, fiquem atentos pessoal da Rocco. Estou ansioso para continuar lendo e descobrir quem irá sobreviver à guerra do rock.
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A GUERRA DO ROCK








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quarta-feira, 20 de setembro de 2017

RESENHA: Marlena (Julie Buntin) | por Carol Sant



E aí leitores, tudo belezinha com vocês? Espero que sim! (HAHA)
Hoje o assunto será sobre o livro "Marlena" da autora Julie Buntin, que foi lançado pelo selo "Fábrica231" da Editora Rocco. 
 A primeira coisa que você deve saber sobre a obra é que não é um thriller psicológico, suspense ou algo do gênero. Com isso esclarecido, podemos então começar a resenha!
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A HISTÓRIA


Aqui nós iremos conhecer Cat, que acabou de se mudar para uma cidade no interior de Michigan depois da separação dos pais. Cat está se sentindo perdida e solitária até conhecer Marlena, uma garota de quinze anos que mora na casa da frente. Logo as duas constroem uma amizade um tanto bonita mas também muito perigosa, Marlena é o oposto de Cat e com isso a nova garota da cidade começa a ter suas primeiras experiências, como por exemplo, seu primeiro beijo, o primeiro cigarro e o primeiro contato com a bebida, entre outras coisas mais. Para Marlena nada daquilo é novo, pois vive anos de vícios e isso acaba acontecendo cada vez com mais frequência - o que é preocupante.
Já no começo do livro conseguimos perceber que a mãe de Cat está sofrendo de depressão e vem perdendo muito peso, além de ser alcoólatra (já que não deixa faltar uma garrafa de vinho em casa). Também conseguimos ver que a família da nossa protagonista é completamente desestruturada, com uma mãe alcoólatra, um irmão viciado em maconha e um pai super ausente.
Já Marlena é uma garota que precisa urgentemente ser salva de si própria, possui também uma família desfuncional, com um pai traficante, uma mãe que a abandonou quando ela era ainda muito pequena e um irmão pequeno que também é vítima do que a vida lhe impôs.
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MINHAS IMPRESSÕES SOBRE O LIVRO


Tenho que lembrar que o livro é recomendado para maiores de 16 anos, já que o livro contém cenas muito gráficas de sexo e narra episódios pesados sobre adolescentes se drogando.
Em determinado ponto da leitura senti que os assuntos tratados (muito sério, diga-se de passagem) pela autora foram um tanto superficial, já que ela dava a entender em algumas partes do livro que fazer algumas coisas eram normais de se fazer, o que nitidamente não era. Mas em dado momento a autora consegue nos mostrar o quão sombrio é seguir o caminho das drogas - tanto licitas, como não licitas.
 O relato da autora sobre a amizade de Cat e Marlena é bastante perturbador, porém, também é bastante comovente. Perturbador porque vemos como é a luta diária de Marlena com as drogas, desde que Cat a conheceu até que a morte chegasse precocemente para a amiga e também vemos a luta diária de Cat com a bebida até os tempos atuais. E comovente por sabermos o quanto deve ser difícil lutar contra esses vícios e contra a vontade de querer cada vez mais essas drogas todos os dias e conseguimos sentir a culpa que Cat carrega nos ombros desde sua adolescência!
Achei que o livro acabou de forma abrupta, pois quando chegamos na parte mais aguardado do livro (quando Cat fica cara a cara com Sal depois de anos - o irmão mais novo de marlena), não temos muitas informações sobre a relação que ambos estabelecem ou se vão manter contato.
É um relato intrigante e foi difícil para mim, pois ver como conseguimos evoluir com o passar dos anos e ainda assim, conseguimos nos auto-destruir tão facilmente, mesmo com todo o avanço que conquistamos. A leitura é um pouco arrastada mas acho que isso se dá por conta de se tratar de fatos verídicos da vida da autora. O livro recebeu a classificação de três estrelas e eu recomendo a leitura!
Beijos da Cah
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MARLENA 






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xoxo.


terça-feira, 12 de setembro de 2017

RESENHA: Ivy Pocket - O Segredo do Diamante (Caleb Krisp) | por Carol Sant


Boa tarde leitores, tudo belezinha com vocês? Espero que sim! :)
Hoje eu quero conversar com vocês a respeito do livro "Ivy Pocket: O Segredo do Diamante", do autor Caleb Krisp e que foi lançado pela Editora Rocco.
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A HISTÓRIA


Nessa história vamos conhecer a desastrada e super engraçada Ivy, uma menina de 12 anos que trabalha como criada em casas de famílias muito respeitadas na sociedade da época. Só que Ivy não é uma menina comum, além de falar tudo o que lhe dá na telha, ela também tem um terrível dom para confiar em pessoas erradas. 
Depois de ser abandonada por sua dona em um hotel, Ivy fica encarregada de fazer um trabalho para a duquesa de Tritiny que está prestes a bater as botas. A garota então, deve entregar um diamante relógio para uma tal garota chamada Mathilda Butterfield no baile de seu aniversário, e claro que essa missão não poderia dar mais errado, já que estamos falando sobre "Ivy Pocket".
Ivy aceita o trabalho, mas antes de mais nada ela deve prometer a duquesa que jamais irá experimentar o colar e então a garota parte para Londres nesta missão em troca de 500 libras. 

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O QUE EU ACHEI


Podemos esperar por muitas aventuras e confusões que nossa protagonista nos proporciona. Confesso que apesar de não ter gostado tanto da escrita do autor, o livro em si fluí muito bem. É um infanto-juvenil e talvez por isso a leitura tenha me parecido um pouco boba, mas claro que isso se deve a minha idade e tudo mais.
A história é envolta por mistérios que acaba por nos deixar a todo momento querendo desvendá-los, nossa protagonista é muito cativante e um tanto quanto peculiar, já que faz coisas absurdas e diz coisas inesperadas!
Um ponto que me deixou um pouquinho irritada com a história em si e até mesmo um tanto quanto cansada, foi o fato da Ivy sempre confiar em uma certa 'personagem' que dá na cara que está muito interessada no diamante relógio e que a está tentando manipular, mas por incrível que pareça, apenas Ivy não se dá conta dessa fato.
Outro ponto que me deixou um pouquinho decepcionada foi por eu ter conseguido me apegar a nenhum dos personagens que aparecem no livro, nem mesmo na nossa personagem principal: Ivy Pocket. Acho que faltou um pouco de simpatia nos personagens e para finalizar, teve outro fato que me fez gostar menos do livro, estou falando das pontas soltas que o autor deixou ao finalizar o livro. Tenho certeza de que o livro poderia e tem muito potencial para uma trilogia ou série, mas o autor não nos dá nenhum indicio de que a história de Ivy terá uma continuação, o que é uma pena!
Vale ressaltar que a edição do livro está impecável, com ilustrações maravilhosas, o que claro me chamou bastante atenção.
Sem mais delongas, é um livro divertido e feito para passar o tempo, ele levou uma classificação de três estrelinhas no Skoob e eu mega recomendo para crianças com seus 11,12 anos de idade.
Beijos da Cah
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IVY POCKET: O SEGREDO DO DIAMANTE








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xoxo.


sábado, 17 de junho de 2017

RESENHA: A Busca Sofrida de Martha Perdida (Caroline Wallace) | por Carol Sant

E aí pessoinhas, como vocês estão?
Tudo belezinha? Espero que sim! 
Digamos que a resenha do livro de hoje daria um filminho super animado de sessão da tarde. Sem mais enrolações, estou falando sobre o livro "A Busca Sofrida de Martha Perdida", da minha xará Caroline Wallace e que foi lançado pela Editora Rocco pelo selo Fábrica 231.


Bom, aqui nós iremos conhecer a Martha que é uma garota de 16 anos que vive no achados e perdidos da estação Lime Street, em Liverpool. Ela foi abandonada ali no achados e perdidos da estação e desde então, vive lá. Martha nunca saiu da estação onde vive, mas não porque nunca quis sair de lá  e conhecer o mundo, mas sim por conta da maldição que segundo a "Mãe" segue a garota: caso ela saia de dentro da estação, a mesma desabará matando todos e destruindo tudo, incluindo o lugar onde ela mora.
A garota é obrigada a trabalhar no achados e perdidos pela mulher que a adotou, mais conhecido como "Mãe", seus únicos amigos são: uma garçonete, um soldado romano e um sem-teto, são poucos mas excelentes companheiros!


Martha procura incansavelmente ser encontrada e saber quem ela realmente é e então a garota começa a receber livros com bilhetes dentro de um anônimo que diz saber quem ela realmente é. E claro que Martha Perdida é ótima em achar coisas perdidas e então ela fica encarregada de encontrar as cinzas de Mal Evans para um escritor fajuto.


Confesso que eu fiquei encantada com a personalidade simples e alegre de Martha, ela é com certeza uma das personagens mais cativantes que eu já tive o prazer de poder ler.
Sem contar a contagiante Martha, também me empolguei com os outros personagens do livro, como a garçonete do café que é super protetora e fofa, o soldado romano que é apaixonado mas acima de tudo amigo de Martha e claro, o sem-teto chamado William que sobreviveu a segunda guerra mundial e se tornou um dos personagens que mais podemos aprender com ele!


O livro é repleto de aventuras, descobertas, reviravoltas e muito, mas muito bom humor, o que só fex com que eu me apaixonasse ainda mais pela história. Aqui nós vamos ver romance por interesse acontecer entre a Martha e um cara metido a escritor que veio para Liverpool escrever a história de Mal Evans e a história dos The Beatles, na verdade, não considerei realmente um romance porque, sério, o cara era tão pé no saco que dá até repulsa só de lembrar.


O livro possúi algumas cartas do Max (o escritor pé no saco) para uma pessoa e tenho que admitir que ficava com sono nessas partes, já que, não achei que as cartas acrescentaram algo para a história. Do mais, é um livro mega divertido e cheio de aventuras mirabolantes, eu recomendo muito a leitura para todos, mas principalmente, para os fãs de livros de chick-lit e livros com histórias leves, então migo se você gosta desse tipo de livro, se joga! De 5.0 estrelas eu dei 4.0 lá no Skoob; espero que tenham curtido a resenha!


Mas antes desse post chegar ao fim, quero deixar aqui as minhas quotes preferidas do livro e espero que gostem <3
  •  "Li em algum lugar que a maioria das crianças de quatro anos sorri quatrocentas vezes por dia, mas então, quando se tornam adultas, apenas sorriem vinte vezes por dia. Não tenho certeza de que quero ser adulta."
  • " — As pessoas estão sempre com pressa — falo, e Elisabeth assente, — Elas só percebem o valor de algo depois que perderam — concluo."
  • " — Algumas pessoas preferem ficar perdidas — disse."
  • " — O abuso ocorre de várias formas — afirmo."
  • "Elizabeth diz que somos crianças perdidas, motivo pelo qual o traquejo social não parece se importar e por que temos dificuldades em nos adequarmos."

  • "Eu não me mexi. Eu realmente não sei quanta porcaria mais posso aguentar num só dia."
  • "As vezes as pessoas fazem isso. Deixam coisas para trás quando não precisam mais delas. As pessoas fazem isso com itens e fazem umas com as outras, Isso me deixa triste."
  • "Eu me pergunto quando ele vai parar de se sentir perdido. Eu me pergunto quando todos iremos. Eu me pergunto se estar perdido tem mais a ver com esperar para ser achado."
  • "As flores devem falar a língua do amor, ainda assim tudo o que eu vejo nas flores nos vasos é que elas estão de luta e se aproximando da morte."
  • "As vezes eu temo que nossas histórias sejam as mais duras de contar."
  • "— Quando tudo é tirado de você, você tem duas escolhas. Você luta para pegar de volta ou desmorona e morre — Elisabeth diz.
Enfim pessoinhas, acho que isso é tudo. Me conte nos comentários o que vocês acharam, se querem ler e se já leram me conte o que acharam.
Beijos da Cah 



quarta-feira, 10 de maio de 2017

RESENHA: Status - Em Muitos Relacionamentos Complicados | por Carol Sant

Boa tarde, tudo belezinha com vocês? Espero que sim!
Hoje venho conversar um pouquinho com vocês sobre o livro que recebi em parceria com a Editora Rocco, chamado "Status: Em Muitos Relacionamentos Complicados", do autor Metteson Perry. Vamos começar, então? Então, vamos!
O livro é basicamente uma auto-biografia amorosa da vida do autor. A história começa a se desenrolar quando sua última namora decide terminar o relacionamento dos dois, Matteson sempre esteve em relacionamentos sérios e sempre foi o típico cara nerd e legal. Mas, quando leva um pé na bunda, ele se vê em um estado físico e psicológico deprimente, Matteson nunca conseguiu se aproximar muito das garotas por conta de sua timidez.
Então, para mudar sua situação ele decide criar um plano e segui-lo a risca durante o período de um ano, o plano era basicamente esse:
  1. FICAR SOLTEIRO POR UM ANO.
  2. CONHECER VÁRIAS MULHERES.
  3. NINGUÉM SAIR FERIDO.

Então, ele tem a brilhante ideia de acessar sites de relacionamentos e marcar encontros casuais, a fim de apenas se divertir com algumas mulheres, mas sem ter nada sério.
O QUE EU ACHEI: Sinceramente, o livro realmente não me cativou nem um pouco, apesar de ser um livro de entretenimento e acredito que foi escrito com a intenção de ser engraçado, já que o autor conta suas próprias experiências amorosas, seus encontros casuais, até finalmente se casar e sossegar. Senti que mais ou menos da página 100 para frente, o autor estava apenas enchendo o leitor de linguiça e apenas enrolando nos capítulos dando detalhes de coisas desnecessários e escrevendo sobre outros tantos que não importavam ao leitor.
Outro detalhe que fez ainda mais que eu não curtisse fazer a leitura do livro foi o fato do autor incluir em praticamentos TODOS os capítulo, o quanto ele queria "transar" com todas as mulheres que se encontrava e falar repetidamente o quanto ele é foda em "pegar" algumas mulheres no primeiro encontro e o quanto ele "transando" no último ano. Isso realmente me deixou bem irritada, mas, não pelo fato dele falar sobre sexo e sim por conta do autor ter deixado o livro tão repetitivo em relação a isso.
Mais uma questão a se discutir sobre a obra é: Qual foi o propósito que o autor quis nos trazer ao escrever esse livro?. Realmente queria muito ter gostado da leitura, mas, infelizmente isso não aconteceu. De qualquer modo é uma leitura válida se você se interessou pelo livro, afinal, não é porque o livro não funcionou para mim que não pode funcionar para você! O livro "infelizmente" levou a classificação de 2 estrelas no Skoob e foi uma decepção literária deste ano, para mim.
Beijos da Cah 
Classificação: